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O ambiente favorável vivido pelo Brasil desde o ano passado suplantou a expectativa de diversos empresários e de alguns políticos do país. Não à toa, a crise financeira mundial ocorrida entre 2008 e 2009 motivou diversas medidas da equipe econômica tupiniquim, uma delas, em especial, a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a setores como linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), materiais de construção e veículos automotores.
Até 31 de março os brasileiros tiveram a chance de adquirir seu primeiro automóvel ou a substituição do antecessor devido ao benefício. Em 1º de abril, por outro lado, os preços voltaram com os percentuais anteriores à implementação da medida. A Associação nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou nesta segunda-feira, 12 de julho, que a indústria do setor produziu, aproximadamente, 5% a menos no mês passado ante maio. Entretanto, em comparação a junho de 2008, porém, houve ascensão de 7,7%.
A comercialização de veículos, comerciais leves, caminhões e ônibus conquistaram alta de 4,6% em junho em confronto ao mês diretamente antecessor, mas contra o período igual do ano passado queda de 12,5% foi constatada. Para Cledorvino Belini, presidente da entidade e da Fiat para a América Latina, indica que esse baque relativo ao sexto período do ano passado deveu-se à expectativa gerada em torno da alta do IPI.
Segundo Belini, a entidade aguarda imensamente alta de 8,2% no número de emplacamento registrados até o final de 2010 em comparação a 2009.
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Por Luiz Felipe T. Erdei
